Neste final de ano cabe, com mais razões do que no passado, cumprimentar todos os que contribuíram para que o ano de 2009, que prenunciava catástrofe econômica sem precedentes, termine com uma economia governável e promissora. Um cumprimento que inclui todos os brasileiros.
A fórmula usada pelo Brasil para alcançar os resultados mencionados combinou renúncias fiscais, aumento do crédito disponível com simultânea redução de juros e fortalecimento do mercado interno via gastos governamentais. A fórmula funcionou e, já no segundo trimestre do ano, o PIB revelava a reação econômica.
Essa fórmula, aliás, com variações de grau apenas, foi e está sendo aplicada nos países mais afetados pela crise, entre os quais os Estados Unidos, França, Alemanha, Itália e Japão, nesses casos com resultados mais modestos do que os obtidos no Brasil, nem tanto pelas diferenças de dosagem da fórmula ou virtudes insuspeitadas, e mais pela estrutura econômica daqueles países, cujo equilíbrio econômico está fortemente associado às suas exportações.
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