Novembro/2009
Usar a energia do vento para produzir eletricidade tem se revelado uma das soluções mais promissoras, e a indústria tem apostado forte no desenvolvimento dessa tecnologia, acreditando que o resultado será um mundo melhor no futuro e um bom mercado desde já.
NV Techonlogia - Placas em Multilayers e face dupla. Alta techologia em placas. Consulte-nos. Representante Comercial de placas de circuito impresso na área eletrônica. Professor da Escola Técnica Estadual Parobé.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Constatação (nei)
Neste final de ano cabe, com mais razões do que no passado, cumprimentar todos os que contribuíram para que o ano de 2009, que prenunciava catástrofe econômica sem precedentes, termine com uma economia governável e promissora. Um cumprimento que inclui todos os brasileiros.
A fórmula usada pelo Brasil para alcançar os resultados mencionados combinou renúncias fiscais, aumento do crédito disponível com simultânea redução de juros e fortalecimento do mercado interno via gastos governamentais. A fórmula funcionou e, já no segundo trimestre do ano, o PIB revelava a reação econômica.
Essa fórmula, aliás, com variações de grau apenas, foi e está sendo aplicada nos países mais afetados pela crise, entre os quais os Estados Unidos, França, Alemanha, Itália e Japão, nesses casos com resultados mais modestos do que os obtidos no Brasil, nem tanto pelas diferenças de dosagem da fórmula ou virtudes insuspeitadas, e mais pela estrutura econômica daqueles países, cujo equilíbrio econômico está fortemente associado às suas exportações.
A fórmula usada pelo Brasil para alcançar os resultados mencionados combinou renúncias fiscais, aumento do crédito disponível com simultânea redução de juros e fortalecimento do mercado interno via gastos governamentais. A fórmula funcionou e, já no segundo trimestre do ano, o PIB revelava a reação econômica.
Essa fórmula, aliás, com variações de grau apenas, foi e está sendo aplicada nos países mais afetados pela crise, entre os quais os Estados Unidos, França, Alemanha, Itália e Japão, nesses casos com resultados mais modestos do que os obtidos no Brasil, nem tanto pelas diferenças de dosagem da fórmula ou virtudes insuspeitadas, e mais pela estrutura econômica daqueles países, cujo equilíbrio econômico está fortemente associado às suas exportações.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Robôs estão chegando às pequenas e médias indústrias
Setembro/2009
Ao analisar a utilização de robôs em processos industriais, o principal equívoco dos gestores é simplesmente classificar essa tecnologia como um recurso caro e inacessível para pequenas e médias corporações. Obviamente, todo e qualquer investimento deve ser analisado, mas a boa notícia é que a tecnologia de robótica nunca esteve tão acessível desde sua criação. Por isso, é cada vez mais comum ver empresas com menos de 20 funcionários dispor de, pelo menos, um robô em seus processos.
E os ganhos são claros em termos de aumento de produtividade, qualidade dos produtos e segurança dos trabalhadores. Tais vantagens são capazes de reposicionar uma empresa perante a concorrência, e por isso as fabricantes do setor estão se organizando com o objetivo de educar os clientes sob o argumento das dez razões para se investir em robôs.
Dez rações para investir em robôs.
Ao analisar a utilização de robôs em processos industriais, o principal equívoco dos gestores é simplesmente classificar essa tecnologia como um recurso caro e inacessível para pequenas e médias corporações. Obviamente, todo e qualquer investimento deve ser analisado, mas a boa notícia é que a tecnologia de robótica nunca esteve tão acessível desde sua criação. Por isso, é cada vez mais comum ver empresas com menos de 20 funcionários dispor de, pelo menos, um robô em seus processos.
E os ganhos são claros em termos de aumento de produtividade, qualidade dos produtos e segurança dos trabalhadores. Tais vantagens são capazes de reposicionar uma empresa perante a concorrência, e por isso as fabricantes do setor estão se organizando com o objetivo de educar os clientes sob o argumento das dez razões para se investir em robôs.
Dez rações para investir em robôs.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Tecnologia 1T
CRD89C51RC1T
Microcontrolador de 8 bits, rápido, com 32KB Flash de programa / ISP Flash e 2KB de RAM.
Lista de Produtos
CRD89C51RC1T-25, 5 v 25MHZ Flash MCU
CRD89L51RC1T-25, 3 v 25MHZ Flash MCU
Descrição
O CRD89C51RC1T é um chip único de 8 bits com 32K bytes
Flash e 2K byte de RAM. É um derivado do microcontrolador da família 8052. Como é 1T, que executa um ciclo de máquina por clock, isto permite que os usuários 8051 tenham um alto desempenho na execução das instruções. Como um terço das instruções são diretas sua velocidade média é de 8 vezes maior do que um 8051 tradicional.
Além de alto desempenho, CRD89C51RC1T oferece 48 GPIO, dois Data Pointers, duas portas seriais, SPI e interfaces seriais a dois fios, PCA, PWM, EEI e muitas funções adicionais que serão descritos abaixo. Pode ser programado através de ISP ou gravador externo.
O dispositivo tem excelentes características de EMI e ESD.
Informações para pedidos
CRD89C51RC1T-25-QG 25MHZ, TQFP, 4.5V ~ 5.5V
CRD89L51RC1T-25-QG 25MHZ, TQFP, 2.7V ~ 3.6V
Recursos
• Tensão de Operação: 2.7V ~ 3.6V ou 4.5V ~ 5.5V
• Total compatibilidade família 8052.
• Conjunto de instruções totalmente compatível
• 1 ciclo de clock por máquina
• Freqüência de operação até 25MHz
• Oscilador interno de 1MHz - 24MHz
• 32K bytes de memória flash no chip, com ISP / IAP e EEPROM
• 2K Bytes de RAM no chip - expandida
• 256 bytes de memória RAM padrão 8052
• RAM externa endereçável de até 32KB
• Dois Data Pointers de 16-bit (DPTR0 & DPTR1)
• Duas UARTs independente
• Três timers de 16 bits / Contadores
• 48 GPIOs
• interface IIC (master / slave mode)
• Interface SPI (master / slave mode)
• Interface SPI (master / slave mode)
• Programmable Watchdog Timer
• 4 canais de 16bit de captura/comparação
• 4 canais PWM (12/10/8 bits)
• 4 canais 10bit ADC
• Interrupção externa 0, 1, com dois níveis de prioridade
• Expanded Interrupção Externa (EEI) interface para mais oito interrupções externas
• Rápida multiplicação/Divisão de Unidade (16 * 16, 32/16, 16/16, 32-bit L / R deslocamento e normalização 32-bit)
• Saída ALE selecionar para EMI baixo
• Gerenciamento de tensão (IDLE STOP & mode)
• Gerenciamento de tensão (IDLE STOP & mode)
• Função de proteção de Código
• I/O suporta PAD ESD 4KV (modelos de corpo humano).
Eng Antonio C.Odolinski
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
O problema e as oportunidades
Abril/2008
Quem não escutou, pelo menos uma vez na vida, que o Brasil é o País do futuro?
Mas quem não escutou também que é o País das oportunidades perdidas?
E quem de nós, mesmo a contragosto, não concordou com essa afirmação?
Afinal, fizemos por merecê-la. Agora, ao que parece, estamos diante da mais promissora anela de oportunidades - talvez a maior chance de mudar nossa História e de esquecer as frases do nosso desencanto.
Vejamos: os fundamentos econômicos do Brasil nunca estiveram tão sólidos. O endividamento externo - eterno vilão do passado - foi equacionado. Os juros caíram de forma acentuada, embora ainda tenhamos a maior taxa de juros do mundo. Os investimentos internacionais batem recordes ano a ano. O mercado interno está crescendo de forma sustentada. Há maior distribuição da renda. A balança comercial é amplamente superavitária, apesar de ameaçada pela atual política cambial. As nossas indústrias exportam para o mundo inteiro. A nossa agricultura é das mais produtivas do planeta e projeta uma supersafra para este ano. A nossa competência científica é vasta e diversificada. O País vive em paz e a democracia está consolidada.
Muitos concordam que o cenário deste início do século XXI não poderia ser mais adequado para que o Brasil dê o seu grande salto. A China e a Índia, considerados países parâmetros, não só perceberam esta formidável oportunidade como já saltaram na nossa frente. O primeiro passo, em ambos os casos, foi considerar a educação o Projeto Prioritário da Nação. Medida que a sociedade brasileira deveria exigir imediatamente dos nossos governantes, atuais e futuros, sejam quais forem as suas preferências partidárias.
De outro lado, China e Índia perceberam que só o espírito empreendedor da sociedade, a ousadia e a criatividade das empresas é que promovem crescimento e mudanças reais na vida das nações. Graças a esta percepção, os dois países reduziram os impostos do setor produtivo e fomentaram a capacitação e a modernização dos seus parques industriais. Como resultante, o número de empresas multiplicou-se, o crescimento econômico foi vertiginoso, a arrecadação tributária permitiu o acúmulo recorde de reservas e, em poucos anos, tornaram-se altamente competitivos no mercado internacional.
Quem não escutou, pelo menos uma vez na vida, que o Brasil é o País do futuro?
Mas quem não escutou também que é o País das oportunidades perdidas?
E quem de nós, mesmo a contragosto, não concordou com essa afirmação?
Afinal, fizemos por merecê-la. Agora, ao que parece, estamos diante da mais promissora anela de oportunidades - talvez a maior chance de mudar nossa História e de esquecer as frases do nosso desencanto.
Vejamos: os fundamentos econômicos do Brasil nunca estiveram tão sólidos. O endividamento externo - eterno vilão do passado - foi equacionado. Os juros caíram de forma acentuada, embora ainda tenhamos a maior taxa de juros do mundo. Os investimentos internacionais batem recordes ano a ano. O mercado interno está crescendo de forma sustentada. Há maior distribuição da renda. A balança comercial é amplamente superavitária, apesar de ameaçada pela atual política cambial. As nossas indústrias exportam para o mundo inteiro. A nossa agricultura é das mais produtivas do planeta e projeta uma supersafra para este ano. A nossa competência científica é vasta e diversificada. O País vive em paz e a democracia está consolidada.
Muitos concordam que o cenário deste início do século XXI não poderia ser mais adequado para que o Brasil dê o seu grande salto. A China e a Índia, considerados países parâmetros, não só perceberam esta formidável oportunidade como já saltaram na nossa frente. O primeiro passo, em ambos os casos, foi considerar a educação o Projeto Prioritário da Nação. Medida que a sociedade brasileira deveria exigir imediatamente dos nossos governantes, atuais e futuros, sejam quais forem as suas preferências partidárias.
De outro lado, China e Índia perceberam que só o espírito empreendedor da sociedade, a ousadia e a criatividade das empresas é que promovem crescimento e mudanças reais na vida das nações. Graças a esta percepção, os dois países reduziram os impostos do setor produtivo e fomentaram a capacitação e a modernização dos seus parques industriais. Como resultante, o número de empresas multiplicou-se, o crescimento econômico foi vertiginoso, a arrecadação tributária permitiu o acúmulo recorde de reservas e, em poucos anos, tornaram-se altamente competitivos no mercado internacional.
Grandes avanços no mundo micro e nano
Setembro/2008
A indústria que pensa e trabalha nas escalas micro e nano já tem macrorrelevância econômica. Somente as 270 empresas européias associadas ao IVAM, entidade internacional que representa os interesses do setor em 18 países, empregam 30 mil pessoas e estão crescendo tanto a ponto de temer a escassez de pessoal qualificado. Estudos realizados pela consultora Nexus estimam que a Microtecnologia movimentará US$ 25 bilhões no próximo ano. Um caminhão gigante percorre a Alemanha visitando laboratórios de pesquisas, feiras industriais, universidades e colégios e até praças públicas. Desenhos de estruturas atômicas decoram seu exterior sugerindo o que ele realmente é ? uma exposição itinerante das possibilidades e oportunidades que a nanotecnologia abre para a indústria e para os profissionais.
O patrocinador único deste tour da tecnologia é o Ministério Federal da Educação e Pesquisa, que o incluiu no programa "Nano iniciativa - Plano de Ação 2010". Em largos traços, o objetivo do governo alemão é motivar empresas e profissionais da indústria a explorar as oportunidades da tecnologia que promete ser a marca distintiva da evolução industrial no século 21.
A indústria que pensa e trabalha nas escalas micro e nano já tem macrorrelevância econômica. Somente as 270 empresas européias associadas ao IVAM, entidade internacional que representa os interesses do setor em 18 países, empregam 30 mil pessoas e estão crescendo tanto a ponto de temer a escassez de pessoal qualificado. Estudos realizados pela consultora Nexus estimam que a Microtecnologia movimentará US$ 25 bilhões no próximo ano. Um caminhão gigante percorre a Alemanha visitando laboratórios de pesquisas, feiras industriais, universidades e colégios e até praças públicas. Desenhos de estruturas atômicas decoram seu exterior sugerindo o que ele realmente é ? uma exposição itinerante das possibilidades e oportunidades que a nanotecnologia abre para a indústria e para os profissionais.
O patrocinador único deste tour da tecnologia é o Ministério Federal da Educação e Pesquisa, que o incluiu no programa "Nano iniciativa - Plano de Ação 2010". Em largos traços, o objetivo do governo alemão é motivar empresas e profissionais da indústria a explorar as oportunidades da tecnologia que promete ser a marca distintiva da evolução industrial no século 21.
Nova Planta Viabiliza o Crescimento das Exportações
Abril/2007
A Bosch, no campo da automação industrial, investiu cerca de 40 milhões de euros para ampliar sua fábrica em Pomerode-SC e quadruplicar até 2008 a sua produção de componentes hidráulicos.
A Bosch, no campo da automação industrial, investiu cerca de 40 milhões de euros para ampliar sua fábrica em Pomerode-SC e quadruplicar até 2008 a sua produção de componentes hidráulicos.
Cinco vantagens e muitas aplicações de uma senha confiável - a voz
Julho/2008
A possibilidade de utilização de técnicas para Reconhecimento Automático de Locutor (RAL) em sistemas reais, de aplicação imediata, é uma das grandes motivações dos trabalhos desenvolvidos na área. A autenticação biométrica através da voz possui várias vantagens intrínsecas, quando comparadas às outras técnicas biométricas, como:
Facilmente adquirida, sem a necessidade de hardware específico. Apenas um microfone de custo reduzido e um conversor A/D são capazes de adquirir a voz do locutor com precisão.
Não intrusiva, isto é, não existe a necessidade de contato físico do usuário com o sistema de captação da voz.
Natural e de fácil aceitação. A maioria das pessoas se comunica através da voz, que é um método extremamente difundido e utilizado, excetuando-se as pessoas com necessidades específicas.
Não requer treinamento, ou seja, os usuários podem ser autenticados sem que necessitem aprender a lidar com o sistema.
Pode ser facilmente utilizada em redes telefônicas, permitindo a autenticação remota, sem a necessidade de qualquer equipamento extra, uma vez que o próprio aparelho telefônico já possui o transdutor para a captação do sinal de voz.
O desenvolvimento tecnológico atual na área de Informática permite a construção de sistemas extremamente complexos. Mais especificamente, a área de Processamento Digital de Sinais (DSP) requer recursos que apresentem alto desempenho, pois os algoritmos utilizados podem ter complexidades elevadas. Algumas das técnicas de DSP foram aprofundadas dentro de temas específicos, a fim de tratarem tipos particulares de sinais, como os sinais de voz, de forma a obter resultados melhores. Essa área compreende algumas subáreas bem definidas: a codificação do sinal vocal, técnicas para melhorar a qualidade do sinal, síntese de fala, reconhecimento automático de fala e reconhecimento automático de locutor.
A possibilidade de utilização de técnicas para Reconhecimento Automático de Locutor (RAL) em sistemas reais, de aplicação imediata, é uma das grandes motivações dos trabalhos desenvolvidos na área. A autenticação biométrica através da voz possui várias vantagens intrínsecas, quando comparadas às outras técnicas biométricas, como:
Facilmente adquirida, sem a necessidade de hardware específico. Apenas um microfone de custo reduzido e um conversor A/D são capazes de adquirir a voz do locutor com precisão.
Não intrusiva, isto é, não existe a necessidade de contato físico do usuário com o sistema de captação da voz.
Natural e de fácil aceitação. A maioria das pessoas se comunica através da voz, que é um método extremamente difundido e utilizado, excetuando-se as pessoas com necessidades específicas.
Não requer treinamento, ou seja, os usuários podem ser autenticados sem que necessitem aprender a lidar com o sistema.
Pode ser facilmente utilizada em redes telefônicas, permitindo a autenticação remota, sem a necessidade de qualquer equipamento extra, uma vez que o próprio aparelho telefônico já possui o transdutor para a captação do sinal de voz.
O desenvolvimento tecnológico atual na área de Informática permite a construção de sistemas extremamente complexos. Mais especificamente, a área de Processamento Digital de Sinais (DSP) requer recursos que apresentem alto desempenho, pois os algoritmos utilizados podem ter complexidades elevadas. Algumas das técnicas de DSP foram aprofundadas dentro de temas específicos, a fim de tratarem tipos particulares de sinais, como os sinais de voz, de forma a obter resultados melhores. Essa área compreende algumas subáreas bem definidas: a codificação do sinal vocal, técnicas para melhorar a qualidade do sinal, síntese de fala, reconhecimento automático de fala e reconhecimento automático de locutor.
Cem anos de mudanças colocam a inovação no centro do negócio
Maio/2009
Cem anos transcorreram até que a empresa industrial colocasse a inovação no centro do negócio. Para que isso acontecesse concorreram a globalização do mercado, o desenvolvimento tecnológico e, sobretudo, o comportamento cada vez mais exigente dos clientes em relação à qualidade dos produtos.
O desenvolvimento de produtos, uma atividade e responsabilidade praticamente individual, no final do século XIX, é hoje atribuição de um grupo multidisciplinar.
A partir do final do século XIX, a indústria começou a elaborar o que se tornou hoje um complexo processo para criar, produzir e vender um novo produto. A partir desta percepção, cresceu progressivamente o papel do profissional da indústria participando desse processo. Em seguida, como resultado do desenvolvimento tecnológico, as empresas compreenderam que a tarefa exigia uma equipe multidisciplinar que a ela se dedicasse de forma cooperativa e integrada.
Com o passar do tempo, a empresa foi incorporando diferentes focos à sua posição. No início dessa evolução, a preocupação estava centrada nos sistemas técnicos. Num segundo momento, o desenvolvimento de produtos surge como fator mercadológico que poderia assegurar para a empresa posições mais fortes no mercado por atender as necessidades e desejos dos clientes.
Finalmente, o lançamento de um novo produto passa a ser visto como fator reestruturante do próprio negócio da empresa. É relevante assinalar que estas três tendências não se substituíram, mas se complementaram ao longo do processo que culmina nos anos 1990 com a inclusão da inovação dos produtos no planejamento estratégico das empresas, abrangendo toda a linha de produtos.
A necessidade de reunir uma equipe multiprofissional para executar o projeto de um novo produto trouxe para o gestor do projeto, com frequência, a exigência de administrar os conflitos decorrentes das diferentes perspectivas sobre a concepção do produto e da forma de projetá- lo, que caracterizam os diversos profissionais envolvidos.
De maneira geral, profissionais com formação nas ciências exatas estão mais focados nas características físicas e funcionalidades do produto. Já os formados nas ciências humanas tendem a priorizar as necessidades dos usuários.
Cem anos transcorreram até que a empresa industrial colocasse a inovação no centro do negócio. Para que isso acontecesse concorreram a globalização do mercado, o desenvolvimento tecnológico e, sobretudo, o comportamento cada vez mais exigente dos clientes em relação à qualidade dos produtos.
O desenvolvimento de produtos, uma atividade e responsabilidade praticamente individual, no final do século XIX, é hoje atribuição de um grupo multidisciplinar.
A partir do final do século XIX, a indústria começou a elaborar o que se tornou hoje um complexo processo para criar, produzir e vender um novo produto. A partir desta percepção, cresceu progressivamente o papel do profissional da indústria participando desse processo. Em seguida, como resultado do desenvolvimento tecnológico, as empresas compreenderam que a tarefa exigia uma equipe multidisciplinar que a ela se dedicasse de forma cooperativa e integrada.
Com o passar do tempo, a empresa foi incorporando diferentes focos à sua posição. No início dessa evolução, a preocupação estava centrada nos sistemas técnicos. Num segundo momento, o desenvolvimento de produtos surge como fator mercadológico que poderia assegurar para a empresa posições mais fortes no mercado por atender as necessidades e desejos dos clientes.
Finalmente, o lançamento de um novo produto passa a ser visto como fator reestruturante do próprio negócio da empresa. É relevante assinalar que estas três tendências não se substituíram, mas se complementaram ao longo do processo que culmina nos anos 1990 com a inclusão da inovação dos produtos no planejamento estratégico das empresas, abrangendo toda a linha de produtos.
A necessidade de reunir uma equipe multiprofissional para executar o projeto de um novo produto trouxe para o gestor do projeto, com frequência, a exigência de administrar os conflitos decorrentes das diferentes perspectivas sobre a concepção do produto e da forma de projetá- lo, que caracterizam os diversos profissionais envolvidos.
De maneira geral, profissionais com formação nas ciências exatas estão mais focados nas características físicas e funcionalidades do produto. Já os formados nas ciências humanas tendem a priorizar as necessidades dos usuários.
Odolinski Comercio Representações Ltda
Empresa prestadora de serviços na área de eletrônica.
Lay out de placas de circuito impresso
Engenharia de Produto
Curso básico de microcontroladores
Representante comercial da empresa NV Tecnologia, fabricante de placas e circuito Impressso localizada em São Paulo
Representante Tecnico Comercial da empresa canadense Cyrod que comercializa microcontroladores da familia 8051 standard e novas familias.
Lay out de placas de circuito impresso
Engenharia de Produto
Curso básico de microcontroladores
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